Delasnieve Daspet - Cantares em Poesias


PROGRAMAÇÃO PARA  O EVENTO DA OUTORG DE PREMIOS FESC-2011



Escrito por Delasnieve Daspet às 09h36
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PREMIO DESTAQUE CULTURAL DE 2011 - FORUM ESTADUAL DE CULTURA DE MATO GROSSO DO SUL

 



Escrito por Delasnieve Daspet às 09h34
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Delasnieve Daspet recebe Certificat Honneur et Mérite du Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix

http://cercleuniverselambassadeurspaix-dd.blogspot.com/2011/11/delasnieve-daspet-recebe-certificat.html



Escrito por Delasnieve Daspet às 09h31
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Teu olhar
Delasnieve Daspet
.
Na folha em branco,
Palavras escritas,
Em vermelho sangue, ferida!
.
Na sepultura dos sonhos,
Enfrentando as lutas,
Deixo-me morrer
Frente a frente aos seus olhos,
Sem jamais te alcançar.
.
No azul das algas salgadas,
Nas tormentas e marés calmas,
Lá longe, castanho, severo,
Brilha o teu olhar!
DD _ Campo Grande, 20.12.10



Escrito por Delasnieve Daspet às 23h12
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Sofrer
 Delasnieve Daspet
.
O humano é a soma de suas contradições.
Cultivamos o sofrimento
Desde a Grécia antiga.
É uma síndrome.
.
Porque ter de penar para ser feliz?
Quem nos confirma que o premio para tanto sofrer
É de fato a eternidade?!
Esta máxima não deve ser incorporada.
Não devemos ter medo da felicidade.
.
Não tenho medo de ser feliz.

Gosto de pensar que minha luta tem sentido.
Que me harmonizo comigo.
Que tenho equilíbrio e paz!
.
A felicidade não se encontra em supermercado.
Não se vende por metro.
Mas é um bem atingível e ponderável!
.
Melhor perder pelo dito  
Do que pelo não dito.
Viver com brilho intenso,
Mesmo que pouco!
.
Pensando nisso, resolvo - pois,
Abandonar o vazio que me cobre a alma,
Já que sou eu em duas  
Ou duas em mim!
.
Uma face oculta que me subverte!
Outra que me entrega.
Uma que sofre, outra que ri!
Uma que dá, outra que toma!
Uma que sopra, outra que apaga!
.
Vou já verificar-me
Na dualidade que me domina,
Não vou durar uma eternidade buscando-me!
 
Souffrir.
L'humain est l'addition de ses contractions.
Cultivant la souffrance
 Depuis la Grèce ancienne.
 C'est un syndrome. 
. Pourquoi se punir pour être heureux ?
 Qui confirme  le prix pour de telle  souffrance 
C'est en fait l'éternité ? ! 
Cette maxime ne doit pas être incorporée.
Nous ne devons pas avoir peur du bonheur. 
. Je n'ai pas peur d'être heureuse.
 J'aime à penser que ma lutte est dénuée de sens. 
Que je m'harmonise avec moi 
 j'ai l'équilibre et  la paix !
 Le bonheur ne se trouve pas dans les supermarchés.
ne se vend pas au mètre. 
Mais c'est un bien accessible et considéré !
 Mieux vaut le perdre en cette seconde 
 Que par le non dit.
 Vivre avec une luminosité intense,
 Même trés petite !
 En pensant à ce sujet j'ai décidé ,
 D'abandonner le vide qui m'a chargé l'âme,
Depuis je suis en deux
 Ou deux en moi ! 
Une face occulte qui me bouleverse !
 L'autre m'entrave.
Une qui souffre, l'autre qui rit !
 Un don celui qui prend !
 Un qui souffle, l'autre efface ! 
. Je vais déjà vérifier  
Dans la dualité qui me domine, 
Je ne vais pas durer éternellement à me chercher ! 
 

Suffer.
 human is  addition of its contractions.
Cultivating suffering
 From old Greece.
 It is a syndrome. 
Why punish itself to be happy?
 Who confirms the price for such a suffering
 It is in fact  eternity? ! 
This maxim should not be incorpored.
 We should not be afraid of happiness.
I am not afraid  to be happy. 
I like to think that my fight is stripped of direction.
 That I harmonize with me .
I have  balance and peace!
 Happiness is not in the supermarkets.
is not sold with the meter.
 But it is a good accessible and considered!
 Better is worth to lose it in this second 
That by nonthe dit.
To live with an intense luminosity, 
Even very small!
 While thinking on this subject I decided,
 to give up the vacuum which charged; heart,
 Since I am in two 
Or two in me!
A face occults which upsets me!
 other entrave.
One which suffers, other which laughs!
A gift that which takes!
 One which blows, other erases! 
 I already will check
 In the duality which dominates me, 
I will not eternally last to seek itself! 
 
Suffrir.
 humano es adición de sus contractions.
Cultivar el sufrimiento
 Desde la Grecia antigua.
 es un síndrome.
 ¿Por qué castigarse para para ser feliz?
Quién confirma el precio para tal sufrimiento
es en realidad ¿eternidad? ¡! 
Este maxime no debe ser incorporadad
No debemos tener miedo de la felicidad. 
Yo  tenga miedo ser feliz. 
guste a pensar que mi lucha se priva de sentido. 
Que yo armonice con mi .
tenga  ¡equilibrio y la paz! .
La felicidad no se encuentra en los supermarchetos.
no se vende al metro.
 Pero  ¡es un bien accesible y en cuestión!
Es mejor perderlo en este segundo 
Que por el no dit.
Vivir con una luminosidad intensa, 
¡Incluso muy pequeña!
Pensando a este respecto  decidieron,
abandonar el vacío que encargó alma, 
desde estoy en del
 ¡O dos en mi! 
 ¡Una cara oculta que me trastorna! 
 otro entrave. que sufre, ¡otro que se ree!
 ¡Una subvención aquél que toma! 
Un que sopla,  ¡otro borrador!
Ya voy a comprobar
 En la dualidad que me domina,
¡No voy a durar eternamente a buscarme!



Escrito por Delasnieve Daspet às 19h49
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foto de Aurora Vilaba - por-de-sol em Porto Murtinho



Escrito por Delasnieve Daspet às 16h54
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O céu, o rio, as matas,
em perfeita harmonia,
raios triplos de safira,
pássaro de foto emplumado..
      - Delasnieve Daspet in Porto Murtinho


Escrito por Delasnieve Daspet às 11h22
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Apresentando-me
 
Delasnieve Daspet
 
Sou nascida Delasnieve,
Herdei " Daspet"  do meu pai,
De minha mãe veio o "Miranda",
Adotei  " de Souza " do marido,
Tenho dois filhos - Marcel e Werner,
Faróis que me acompanham.
 
Advogo há trinta anos exerço a
Minha cidadania na solidariedade
Com crianças carentes - cuidando de
Sessenta - tento integrá-los à sociedade,
Mostrando que existem direitos e deveres.
 
E como companheiros de todas as horas,
Sentados ao meu lado, amando-me,
Sem regras e sem cobranças,
Killer, Bandit, Mylade e Misha,
Um boxer, um vira-lata e dois poodles!
 
Na internet me conhecem por Luna,
Que era como meu pai me chamava...
Mas na verdade meu nome deveria ser
Saudades... pois sou mesmo
Uma pantaneira saudosa, uma mateira!
 
Sou nascida e crescida em fazenda...
Sou vinda lá de onde o Brasil já foi Paraguai,
Lá onde o sol faz amor com o  rio,
E fazem nascer o mais belo por do sol,
A mais bela noite estrelada,
A mais linda e amante lua,
Onde vejo a Iara sentada ao lado dos sonhos!
 
Sou do mato, sim!
Tenho " añoranzas" do verde das matas,
Do doce vento das tardes,
Do cantar das aves,
Das boiadas a caminho das pastagens,
Do convívio gentil e amigo do pantaneiro,
Gente forte, orgulhosa raça, deste Brasil!
 
Quero falar de minha infância,
Para que melhor me entendas,
Lembrar,  do leite quentinho, no mangueiro,
De saudáveis vacas,
Das quais, só não se aproveita, o berro!
 
Lembro, ainda, ah! saudades, como maltratas!
Lembro das manhãs no mangueiro,
A mim, cabia soltar os bezerros,
E de recompensa um copo de leite fresquinho;
 
Depois, antes da lida, havia o " quebra-torto"
Linguiças caseiras, morcilias, carne seca,
Um churrasco, um tatu preto frito,
"Maria-isabel", tortilhas,
Ou um bom carreteiro!
 
Aprendi a fazer relhos, chicotes, pequenos laços,
Trançados de " 8 " em couro cru...
E das patinhas da vaca - geléia de mocotó!
 
Ah!!! saudosos tempos aqueles!
Ah! quem me dera tudo parar,
Voltar o tempo, voltar ao mato!
Sentir o cheiro do amanhecer nas campinas,
Ver o verde pasto até a colina,
O rio que desce mansinho acompanhando a serra...
 
Ver de novo, a mata verde e rala do cerrado,
Sorver o mate quentinho nas manhãs frias,
Sentir, em meu coração,o doce olhar de minha mãe,
E o sorriso benevolente de meu pai...
 
Ouvir um velho disco na vitrola,
Um berrante choroso ao longe,
O dolente choro,  do pinho, aconchegado ao peito.
Sentir o barulho esfusiante dos
Patos, galinhas, galos, porcos, cachorros, papagaio...
A vida, no mato, é perene!
 
Eu sou  Delasnieve,
Cuja alma é uma lua errante,
Cujo céu  se enche de furtivas lágrimas,
Que descem pelo meu olhar...
Era tão feliz... Mas tenho de tocar em frente...
Seguir!
 
Delasnieve Daspet
Em Campo Grande-MS, 9,57 hs
09/02/05
 


Escrito por delasnieve-daspet às 10h11
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" Mea Culpa"
Delasnieve Daspet
 
 
 
Na sucessão de erros que fiz na vida,
Em alguns, por sugestões,
Medo,   passividade,  me perdi.
 
Perdi meus sonhos;
Perdi os amigos...
Pois o medo retrai.
Não sei quanto tempo fiquei
Sem acreditar nas coisas e nas pessoas...
 
Deixei teu mal querer
Me contagiar e vivi em nebulosas.
Preciso reencontrar a fé
Nas coisas simples do ser e de ser...
 
Minhas  alegrias...
Já não as lembro.
Não lembro o imenso amor,
As esperanças e mágoas,
Toldaram-se,  todos,  de cinza
Das tristezas que acumulei....
 
Eu nem percebi que me perdi,
Que nos perdemos há tanto tempo!
Não percebi que ser feliz, amar e sonhar
Não é apenas um tempo
Mas um processo a se cultivar.
 
Um sentimento afetivo e efetivo
Da nossa presença no mundo.
Fiquei tão longe que não ouvia
O eco de minhas palavras.
 
É esta a " mea culpa".
Deixei que me mudasse...
Deixei que moldasse meu querer,
Fui sonhar o teu gosto e sonhos...
Olvidei minhas lutas , lutas, pelas quais,
Já houvera traçado caminhos
Noutro porvir...

25-01-05
Campo Grande MS


Escrito por delasnieve-daspet às 21h40
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Viajante¹

 Delasnieve Daspet

 

Sou viajante  da eternidade,

Meu corpo é mera oficina

Onde minh´alma trabalha.

.

Cheguei de longe...

Como planta renasço

Do solo profundo.

.

Viajo ao sabor do vento,

No serpentear dos rios,

No burburinho das matas,

Das taquaras que choram,

Das aves que voam,

Do gado que rumina,

Da paz que busco

No fundo do olhar!

.

Viajo ao encontro

De outros seres.

Não vou ancorar

Na angústia vazia...

Utilizo  o tempo

Em minha própria melhoria.

DD_Campo Grande-MS 04.06.10



Escrito por delasnieve-daspet às 21h37
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Salgueiro Triste
Delasnieve Daspet
.
Olho com avidez o sol.
Danço na escuridão.
E, abraçando a negritude da noite, busco a luz.
.
Noite, mostre-se!
Traga teu fogo, pois vago no teu desejo.
Traga-me tua carne pois anseio pelos
beijos que sorvem a liquidez de minh´alma.
.
Estou debaixo das asas do salgueiro.
Salgueiro triste e chorão...
Nos teus galhos balancei a alegria
De minha meninice,
Sonhava e sorria....
Hoje, me embala a nostalgia...
.
O poeta pode ser perigoso.
Perigoso e imprevisivel,
Pois ele pode chocar como
Uma forte tempestade,
Ou pode chorar como um salgueiro triste!
DD_13-04-04-Campo Grande MS




Escrito por delasnieve-daspet às 20h21
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como tem!!!



Escrito por delasnieve-daspet às 20h18
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Riso

devagar vou aprendendo



Escrito por delasnieve-daspet às 20h06
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Escrito por delasnieve-daspet às 20h04
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O sol abraça o infinito...



Escrito por delasnieve-daspet às 20h03
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